Bem-Vindo(a) Administrador(a)

“PROMETO DIGNIFICAR MINHA PROFISSÃO, CONSCIENTE DE MINHAS RESPONSABILIDADES LEGAIS, OBSERVAR O CÓDIGO DE ÉTICA, OBJETIVANDO O APERFEIÇOAMENTO DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO, O DESENVOLVIMENTO DAS INSTITUIÇÕES E A GRANDEZA DO HOMEM E DA PÁTRIA.”

'abraços a todos'

Maike'



Visitem o site http://www.administradores.com.br/
acho um site muito importante para quem faz administração

segunda-feira, 9 de maio de 2011

' Abraçe seus Clientes

Boa Noite pessoal...
Hoje começei a ler um livro, acho que até então o melhor livro que já li.
"Abraçe seus clientes" de Jack Mitchell que é co-proprietário e CEO da Mitchell/Richards.
O método ideal para personalizar as vendas e conseguir grandes resultados, como diz a capa, o abraço é a possibilidade de fazer com que todos da equipe vendam com paixão e desenvolvam relações duradouras e de fidelidade com os clientes. Essas são as chaves: comprometimento e relações duradouras. è o que especialistas chamam de marketing de relacionamento. Abraços envolve escutar e se preocupar com o cliente, estreitar os laços de tal forma que se torne mais importante do que qualquer outra coisa. Com o tempo, essa relação.

ONTEM: Reativo HOJE: Proativo
Transações/Relacionamentos
Lista "mágica"/ Serviços guiados pelo cliente
Clientes Satisfeitos/ Clientes muito satisfeitos
Clientes muito satisfeitos/ Clientes Extremamente satisfeitos
Ateder às expectativas/ Superar as expectativas

Para mim, o cliente é o centro do universo. Tudo gira ao seu redor. Várias empresas dizem que o cliente é importante, mas nem sempre suas ações condizem com suas palavras. Mesmo empresas líderes às vezes se preocupam mais com o produto do que com o cliente.
A maneira como você trata o cliente é o que determina seu sucesso.

Hoje o meu serviço é fazer Carteiras de Identidade na Delegacia de Polícia de Cerro Largo. Lá não tenho clientes, eu atendo o público, mas abraço eles também na forma do atendimento. Tenho minha função de vendedora também, pois vendo Avon e Natura, e concerteza eu "abraço" os meus clientes.

Fonte: MITCHELL, Jack - Abraçe seus clientes - 2007
Adaptado por: Maike Sandri

quarta-feira, 13 de abril de 2011

' Os ensinamentos do mestre Yoda sobre Administração


De volta ao blog depois de um mês na gaveta. Li ontem na Revista Administradores uma matéria sobre o mestre Yoda e seus ensinametos e técnicas para serem colocadas em prática nas empresas e na carreira profissional. Quem diria, mestre yoda falando sobre administração? é isso mesmo. E não só falando como dando maravilhosos ensinamentos. Vamos lá...
Mestre Yoda nos fala: "Administrar, como um pombo segurar é. Se com pouca força você o fizer, voar ele irá; mas se muito apertar, morto ele será. No equilíbrio a resposta está. Por isso, cuidadoso em suas escolhas você deve ser. Muitos são os "gurus", hoje em dia, livros vendendo, palestras ministrado e blogs escrevendo. Mas sábios, de fato, poucos restam, além de mim. Então, Drucker com veemência recomendo e Koetler, também. Além deles, Porter e Collins lidos devem ser. Também atenção e reflexão merecem Al Ries. Jack Welck e Nicholas Negroponte. Este último, na esfera da vida digital valioso se mostra."
Mestre Yoda nos ensina muito sobre Liderança: "a) A arrogância a sabedoria obscurece. E liderar, sabiamente decidir é; b) Liderar, diferente de ordenar é. O Darth, por exemplo, a cartilha da imposição e do medo adotava. Assim, Turn-over na Estrela da Morte altíssimo era. Respeito, o temor supera. Admiração inspire, mesmo que desprovido de alta estatura você seja. Se tamanho importante fosse, o elefante dono do circo seria; c) Acreditar e fazer. As melhores ideias, aquelas que postas em prática são. Para isso, saber delegar necessário se fará, pois uma nave só, rebelião não faz."
Para a sua empresa se tornar a numero 1 do mercado mestre Yoda diz o seguinte: "Sempre em movimento o futuro está. Então, visão e inovação, palavras-chave são. Além disso, o Marketing tradicional conhecer, útil também será. Mas o Marketing do Mestre Yoda imprescindível é. por isso, meus próprios 4 p's ensinarei: Paciência, Persistência, perspicácia e Positivismo.

Fonte: Revista Administradores
Adaptado por Maike

segunda-feira, 14 de março de 2011

' Made in China


Hoje li um artigo na revista ISTO É e não pude deixar de publicar. Ricardo Amorim, colunista da revista fala sobre a economia da China.
Examinar os produtos ao seu redor e encontrar as inevitáveis etiquetas de made in china. Há mais de 30 anos cresce a um ritmo de 10% ao ano, causando inveja e alterando toda a ordem econômica global. Desde 1999, a corrente do comércio entre Brasil e China saltou de US$ 1,5 bilhão para mais de US$ 55 bilhão.
De carona na fome chinesa por nossas matérias-primas e na sua oferta abundante de capitais baratos para financiar investimentos e consumo no País, o Brasil dobrou seu ritmo de crescimento nos últimos sete anos para 5% ao ano.
Este crescimento acelerado colocou o Brasil em posição de destaque. Na última década, o país passou de quinto a segundo maior exportador do agronegócio no mundo. No setor automotivo, a história não é diferente. De 2003 pra cá, as vendas de automóveis no País aumentaram quase 150%, passando de 1,4 milhão a 3,5 milhões de unidades. O Brasil pulou de oitavo para quinto maior mercado de automóveis no planeta.
É a China aqui...

Fonte: Revista ISTO É
Adaptado por Maikelin Sandri

sexta-feira, 11 de março de 2011

' O homem mais rico do mundo; confira ranking 2011


O homem mais rico do mundo: Carlos Slim, dono da Claro TelecomunicaçõesQuem é o homem mais rico do mundo? Para saber a resposta basta consultar a lista divulgada pela Revista Forbes, com o ranking de 2011. A divulgação da Forbes foi feita nesta quarta-feira, 9. E o homem mais rico do mundo é o mexicano Carlos Slim, dono de um império que inclui a "Claro" (de telefonia). Carlos Slim (Telecomunicações - América Movil) aparece no topo do ranking com 74 bilhões de dólares de fortuna. Bill Gates (Computação - Microsoft) está em segundo lugar, com 56 bilhões de dólares. Em terceiro lugar na lista dos mais ricos do mundo aparece Warren Buffet (Financeiro - Berkshire Hathaway), com 50 bilhões de dólares. O brasileiro Eike Batista (Mineração e petróleto - EBX) aparece em oitavo lugar, com fortuna de 30 bilhões de dólares.

O líder Carlos Slim também tem participação no The New York Times, um dos principais jornais do mundo. E Slim não quer saber de caridade. Diminuir a fortuna doando para os mais pobres? Nem pensar. O mexicano acredita ser um grande erro partir para a filantropia, como fizeram Bill Gates e Warren Buffet, que doaram metade de suas fortunas no ano passado. "É mais importante que continuem a gerir as empresas e criar empregos", opina Slim.

As maiores fortunas do mundo

1° - Carlos Slim (Telecomunicações - América Movil) US$ 74 bilhões
2° - Bill Gates (Computação - Microsoft) US$ 56 bilhões
3° - Warren Buffet (Financeiro - Berkshire Hathaway) US$ 50 bilhões
4° - Bernard Arnault (Luxo - Grupo Louis Vuittonl) US$ 41 bilhões
5° - Larry Ellison (Computação - Oracle) US$ 39,5 bilhões
6° - Lakshmi Mittal (Siderurgia - ArcelorMittal) US$ 31,5 bilhões
7° - Aramancio Ortega (Varejo - Zara) US$ 31 bilhões
8° - Eike Batista (Mineração e petróleto - EBX) US$ 30 bilhões
9° - Mukesh Ambani (Petroquímica - Reliance Industries) US$ 27 bilhões
10° - Christy Walton e Família (Varejo - Wal-Mart) US$ 26,5 bilhões

Revista Forbes
Adaptado por Maikelin Sandri

terça-feira, 1 de março de 2011

' A História da Administração (parte I)

(aula 28/02)
Onde se inicia a história da administração, é puramente uma questão de escolha. Podemos, por exemplo, começar pela Antiguidade, Idade Média, Renascimento ou até mesmo pela Revolução Industrial.
Desde o princípio o homem sentiu a necessidade de organizar-se para as campanhas militares, para problemas familiares, para a administração governamental e para a operação de sua religião, decorrendo daí as primeiras noções de organização.

-> Administração pré-industrial: noção relativamente limitada das funções administrativas (praticavam sem saber), pouca consideração pela atividade comercial. Dentro da administração pré-industrial, podemos citar os egípcios, a Babilônia, a Grécia, e a Roma.

- Egípcios
Planejamento, comando, divisão do trabalho e responsabilidades. Desenvolveram, além das pirâmides, projetos grandes de engenharia. Demonstraram habilidade em mobolizar Recursos Humanos. Em negócios governamentais documentaram o que foi recebido, por quem, quando e exatamente como esses recursos foram usados. Eram também organizados nos aspectos militares, religiosos e sociais.

- Babilônia:
O código de Hamubabi (2000 a 1700 a.C.), instituiu o princípio da paga mínima, contratos de trabalho e recibos de pagamentos que permitiam controlar transações comerciais, cobrindo ainda itens como venda, notas promissórias, emprétimos contratos e sociedades.

-Grécia:
Os gregos desenvolveram artes, língua, dramaturgia e literatura, entretanto, consideravam o comércio atividade indigna e consequentemente inconcebível para a aristocracia e filósofos. Dominaram 400 a 100 a.C. quando os romanos tomaram o seu lugar. Ambos tinham uma visão semelhante sobre negócios, os mercantilistas, os agiotas e associações comerciais eram considerados necessários, figuras que foram crescendo e tornando-se importantes para a comunidade.

- Roma:
Desenvolveu um sistema semi-industrial de manufatura armamentista; de produção de cerâmica e têxteis para o mercado mundial. Possuiam um sistema rodoviário para melhorar a distribuição de bens e agilizar os movimentos das tropas para as colônias. O Estado determinava as tarifas comerciais, armazenagem, regulava corporações, e utulizava estes rendimentos para a guerra. A ORGANIZAÇÃO iniciou-se nessa época.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

' A evolução do pensamento economico!


A evolução do pensamento econômico passou por várias mudanças nos ultimos tempos, sendo modificada a cada nova teoria. Passou por ideias liberais e de individualismo e outras que queriam uma economia ligada à constituição de um Estado forte.
A atividade econômica, em períodos anteriores de 1776, era tratada e estudada como parte integrante da Filosofia Social, da Moral e Ética. Entre 1450 a 1750 (mercantilismo) havia a preocupação sobre acumulação de riquezas de uma nação. Os pensamentos dessa época eram baseados em princípios de como fometar (sustentar/incentivar)o comércio exterior e entesourar (juntar) riquezas. Durante os três séculos do Mercantilismo, as nações da Europa Ocidental organizaram sua economia interna, passagem da economia regional para economia nacional. Entre 1760 a 1770 (Fisiocracia) o universo é regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais. A partir de 1776, com a publicação da obra de Adam Smith " A riqueza das nações" existiu um consenso de que a Teoria Econômica iniciou-se. Mas o que Adam Smith afirmava? O que ele defendia?
Para Smith a livre concorrência levaria a sociedade à perfeição uma vez que a busca do lucro máximo promove o bem-estar da cominidade. Ele defendia a não intervenção do Estado na Economia.(LIBERALISMO)
- Laissez faire: livre iniciativa
- Teoria do Valo-Trabalho: a causa da riqueza das nações é o trabalho humano.
- Divisão do Trabalho e Especialização: produtividade.
Houveram ainda outros grandes pensadores durante a evolução do pensamento econômico, como: Thomas Malthus (para ele o excesso populacional era a causa de todos os males da sociedade, ou seja, população cresce em progressão geométrica e alimentos crescem em progressão aritmética); David Ricardo (Mostrou as interligações entre expansão econômica e distribuição de renda. Tratou dos problemas do comércio internacinal e defendeu o livre-cambismo.); John Stuart Mill (introduziu na economia preocupações de "justiça social"; Jean Baptiste Say (deu atenção especial ao empresário e ao lucro); Karl Marx (problemas dos detentores dos meios de produção; exploração da mão-de-obra humana; lucro sobre o trabalhador; mais-valia. Acreditava no trabalho como determinante do valor, tal como Smith e Ricardo, mas era hostil ao capitalismo competitivo e à livre concorrência, pois afirmava que a classe trabalhadora era explorada pelos capitalistas.); Alfred Marschall (ele fez o estudo da satisfação do consumidor, ou seja, utilidade do produto e do produtor, ou seja, o lucro. Ele criou a Teoria Marginalista que fala do surgimento de uma serie de obras que trouxeram os fundamentos para uma nova concepção da econômia.); Keynes (apresentou um programa de ação governamental para a promoção de pleno emprego. Esforçou-se no sentido de contestar a condenação marxista do capitalismo. Ele propôs o fim do Laussez-faire: como não existia forças de auto ajustamento torna-se necessaria a intervenção do Estado através de uma política de gastos públicos - PRINCÍPIO DA DEMANDA EFETIVA.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

' Dia 21 de fevereiro


Começar a faculdade, um grande passo na vida de cada um.
No dia 21 de fevereiro começei minha faculdade de administração. Estou muito empolgada, acho que a faculdade vai me ajudar muito em tudo, na carreira, na vida pessoal, entre outros. Quero agradecer a todos que me apoiaram a começar a faculdade, a minha familia, meus amigos, a Deus que sempre esta comigo nas decisões que tomo, mas principalmente ao meu namorado Michael, que é o meu porto seguro. Serão 4 anos de bastante esforço e dedicação. Beijos a todos... Até mais..

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

' OBJETIVOS (PARTE III): Alcançando objetivos!!


Um dos obstáculos que constantemente verifico nas pessoas é que muitas iniciam um projeto e simplesmente acabam por abandoná-lo no meio do caminho.
Acham que não são capazes e até mesmo chegam a pensar que nunca irão completá-lo, culminando num sentimento de incapacidade e desânimo brutais, ante a falta de paciência.
Portanto, é necessário fazer um cronograma de toda a jornada a ser percorrida através de METAS.
Mas o que é uma meta?
A meta é um dos degraus do objetivo. Imagine um objetivo partido em vários pedaços. Um desses pedaços é o que chamamos de Meta. Por isso elas são tão importantes.
Imagine-se subindo numa escada e de repente percebendo que falta um degrau. Dependendo da distância entre os degraus, pode ser impossível continuar a subida.
Por isso, é importante estabelecer metas e cumpri-las uma a uma. Ex. Se o seu objetivo é ser um juiz de direito, primeiro tem-se que enfrentar o vestibular. Essa é uma meta. Depois, o curso de direito (5 anos no Brasil), esta é outra meta ou degrau; depois o próximo será exercer a atividade jurídica por 3 anos (como advogado; procurador; delegado etc.), para que alcances o penúltimo degrau que é prestar o concurso para juiz, pois o último será passar no concurso. Vencidos esses degraus ou cumpridas essas metas, terás alcançado o seu OBJETIVO que é de SER JUIZ.
“Considere OBJETIVO como o resultado final que você desejou alcançar e METAS como os resultados intermediários conquistados.”
Em outras palavras, as METAS representam o OBJETIVO dividido em partes.
Com o intuito de atingí-lo, melhor é cumprir cada etapa estabelecida como se estivesse subindo os degraus de uma escada.
Dessa forma, estabelecidas as metas, passa-se ao cumprimento delas, as quais exigem certa paciência. Deve-se preparar-se para o exercício da paciência, uma vez que nada se obtém da noite para o dia.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

' OBJETIVOS (PARTE II): OS FEEDBACK


Em administração, feedback (retorno de informação ou, simplesmente, retorno) é o procedimento que consiste no provimento de informação à uma pessoa sobre o desempenho, conduta, eventualidade ou ação executada por esta, objetivando orientar, reorientar e/ou estimular uma ou mais ações de melhoria, sobre as ações futuras ou executadas anteriormente.
A relevância do feedback fica evidente quando refletimos que a cultura de uma empresa é criada através das mensagens que as pessoas recebem sobre o que é valorizado na companhia. Estas mensagens reforçam ou reprimem determinados comportamentos a ponto de um indivíduo que não se adequa à esta cultura ser expelido. Poucas empresas fazem a gestão de sua própria cultura com a mesma preocupação que gerenciam seu plano estratégico. Em geral, quando este último não funciona dificilmente associam ao fato de que seus símbolos, sistemas e comportamentos não permitem seu sucesso. Mas, deixarei para falar sobre cultura de empresa em outro texto.
No que tange o feedback, pode-se dizer que é praticamente uma competência ausente nas empresas. Um profissional chega a passar anos fazendo tudo aquilo que se espera dele, ou mais, e recebe como resposta de seu líder o mais absoluto silêncio... até que comete um erro. Quando isto ocorre, em geral o feedback vem de forma inapropriada. A consequência é que a vida do funcionário adquire um contorno sombrio: quando faz o que lhe cabe não recebe nenhuma mensagem, mas se comete um único erro é duramente reprimido. A conclusão que chega é: se fizer as coisas certas nada ganhará, mas o erro poderá por tudo a perder. E ainda perguntam porque o clima nas organizações em geral é de desânimo, indiferença, resignação ou cinismo.
O feedback é a competência da qual os líderes mais fogem. Eles explicam as razões para não realizá-lo com frequência dos seguintes modos:
- Se não estou dizendo nada é porque estou satisfeito. Quando algo não estiver bom, avisarei.
- Não tenho tempo para isto! Tenho que focalizar os resultados.
- Não preciso dar feedback para aquilo que estou pagando para o funcionário fazer.
Estas e outras explicações foram comentadas pelos gestores de RH como sendo comuns em suas organizações e infelizmente em alguns casos vindos de diretores e presidentes de empresas.
A cultura empresarial brasileira não tem no feedback um instrumento de desenvolvimento das pessoas, mas principalmente de constrangimento devido ao silêncio ou por ser realizado de forma inapropriada. A consequência é que algumas companhias estão sendo processadas por assédio moral principalmente porque seus gestores não sabem comunicar os comportamentos desejados e reorientar aqueles que não contribuem para os propósitos da organização. E esta comunicação é feita principalmente nos momentos de feedback.
Existe também muito desconhecimento de que liderança é algo que se aprende e que o feedback é uma competência a ser compreendida e exercitada frequentemente. A experiência mostra que em processos de coaching - processos de formação de líderes empresariais - é a competência que exige mais treino. Não se trata apenas daquela reunião formal e burocrática que ocorre uma única vez por ano em algumas grandes empresas (diga-se de passagem uma abordagem insuficiente para algo tão relevante para a construção da cultura da organização), mas mensagens expressas todos os dias verbalmente ou na postura dos líderes.
Conhecer as melhores práticas de como realizá-lo e exercitá-las é uma forma do gestor de pessoas construir o time que almeja e incentivar os comportamentos desejados para a obtenção de resultados. Além disso, permite que a experiência do empregado seja aprimorada, reduzindo a rotatividade de pessoas, retendo talentos e propiciando um clima organizacional positivo. Pontos fundamentais para o sucesso da empresa de modo consistente e constante.




domingo, 13 de fevereiro de 2011

' Objetivos (parte I)


O termo objetivo (português brasileiro) ou objectivo (português europeu) (AO 1990: objetivo[1] ou objectivo)[2] diz respeito a um fim que se quer atingir, e nesse sentido é sinónimo de alvo tanto como fim a tingir (lugar ou objeto) como ponto de mira de uma arma ou projéctil.

A definição clara de objectivos é de extrema importância em várias áreas de actuação humana, a nível administrativo e de gestão, orientando a ação dos indivíduos. Em educação, por exemplo, a definição de actividades curriculares deve ser feita tendo em vista os objectivos definidos no programa curricular dos alunos.
Dentro da visão estruturalista administrativa (vide Administração), o objetivo é um dos componentes que diferenciam um sistema artificial de um sistema natural. Nas modernas teorias, o objetivo pode receber outros nomes, que podem ser vistos como sinônimos ou evidenciarem uma conotação crescente mais abstrata, tais como metas, visão etc (vide objetivos organizacionais).

Outros componentes de um sistema artificial administrativo:

* Premissas: princípios, padrões, postulados
* Componentes cibernéticos, ou seja, voltados para a comunicação e controle científico: o mais conhecido é o "Feedback" (que pode ser traduzido para realimentação automática), componente que permite que o dado processado retorne ao sistema para fins de controle ou melhora da comunicação (vide Cibernética).
* Gestão ou gestores: agente humano que possibilita correções no sistema, aproximando-o cada vez mais do Objetivo.
* Informatização: vinculação dos componentes por intermédio de uma programação de dados (disponibilizado pela Informática ou Ciência da Computação). Suas ferramentas são baseadas em linguagens lógico-matemáticas, que por vezes interfere em demasia na natureza dos sistemas que pretendam informatizar, como os Sistemas de Informação Contábeis. (vide Contabilidade).

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

' Marketing (Parte II) Funções do Marketing



Escrevi este artigo com o intuito de pontuar os principais conceitos relevantes à gestão de marketing. Gosto de resumir os livros que leio, pois me ajuda a relembrar o conteúdo do mesmo. Então quem sabe este artigo possa ajudá-lo da mesma forma que me auxilia.

O marketing, na perspectiva aqui adotada de função empresarial, integra o conjunto de funções desempenhadas na empresa, como produção, finanças, logística, recursos humanos, sistemas de informação, engenharia de produtos, pesquisa tecnológica, entre outras, que gerenciam recursos e geram resultados para agregar valor econômico ao processo empresarial como um todo. Portanto, a função de marketing engloba a tomada de decisões, a gestão de recursos, a coordenação de processos e a avaliação de resultados, como qualquer outra função empresarial.

As decisões e ações específicas da função de marketing, que compõem o chamado composto de marketing, também conhecido como marketing mix ou os “quatro Ps”, referem-se a quatro variáveis: produto, preço, promoção e ponto de distribuição.

As quatro grandes áreas de responsabilidade do gerente de marketing podem ser resumidas abaixo:

1. Análise de marketing: analisar os riscos e as oportunidades de mercado;
2. Planejamento de marketing: selecionar o mercado-alvo e as estratégias de marketing;
3. Implementação de marketing: desenvolver o mix ou composto de marketing;
4. Controle de marketing: avaliar os resultados das estratégias e dos programas.

A administração de marketing é o conceito que resume a função do marketing e é entendida como o processo de planejamento, execução e controle das estratégias e táticas de marketing, visando otimizar os resultados para os clientes e os stakeholders da empresa.

O planejamento de marketing é o meio de realização da responsabilidade estratégica do gerente de marketing. É a etapa inicial de todo o processo de administração de marketing, quando são definidos os objetivos de mercado e tomadas as decisões estratégicas, incluindo:

• Análise de mercado;
• Identificação de oportunidades e riscos;
• Segmentação do mercado e seleção do mercado-alvo;
• Objetivos de marketing;
• Estratégia de diferenciação de produto;
• Estratégia de preços, comunicação e distribuição;
• Plano tático;
• Orçamento de marketing;
• Avaliação e controle.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

' SWOT


A análise SWOT é uma poderosa ferramenta de marketing, e deve ser realizada ao menos uma vez por ano, durante o planejamento estratégico de marketing. A sigla SWOT, vem das iniciais das palavras inglesas Strenghts (forças), Weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e Threats (ameaças), pois estes são justamente os pontos a serem analisados.
Ameaças e oportunidades - Uma das partes da análise SWOT é o estudo do ambiente externo à organização em busca de ameaças e oportunidades. Trata-se da análise daquilo que está sempre fora do controle das empresas, mas que é importante de se conhecer e monitorar. Entre as forças a serem consideras estão os fatores demográficos, econômicos, históricos, políticos, sociais, tecnológicos, sindicais, legais, etc...
As fontes para esta análise serão tiradas da grande imprensa, dos órgãos governamentais, dos indicadores financeiros, das organizações correlatas e das revistas e associações especializadas no seu campo de atuação.
As ameaças e oportunidades sempre afetam de forma homogênea todas as organizações que concorrem num mesmo mercado-alvo. Contudo as organizações que perceberem as mudanças e tiverem agilidade para se adaptarem, serão aquelas que melhor proveito tirarão das oportunidades e menor dano das ameaças.
Esta análise deve levar em conta não somente as tendências que afetam a organização, mas também a probabilidade desta tendências tornarem- se eventos reais. Desnecessário dizer que deve-se dar maior atenção às tendências com maior probabilidade de acontecer, para assim evitar as ameaças reais e explorar as oportunidades da melhor maneira possível.
Forças e fraquezas - A outra parte da análise SWOT, trata dos pontos fortes e fracos da organização, ou seja de seu ambiente interno. Assim, quando percebe-se um ponto forte, devemos ressaltá-lo ainda mais e quando percebemos um ponto fraco devemos agir para corrigi-lo ou pelo menos para minimizar seus efeitos.
O primeiro passo é criar uma relação de variáveis que devem ser monitoradas, por exemplo: reputação da empresa, participação de mercado, qualidade do produto, qualidade do serviço, eficácia do preço, boa comunicação, poder de venda, inovação tecnológica, cobertura geográfica, fluxo de caixa, estabilidade financeira, instalações, força de trabalho, produtividade, pontualidade, dedicação dos funcionários, flexibilidade, atendimento a clientela, etc... A lista é imensa, deve-se conhecer bem a organização de modo a lembrar-se apenas das forças e fraquezas relevantes.
Em seguida, deve-se criar uma escala onde cada uma desta variáveis é avaliada em relação aos objetivos da organização. Costuma-se classificá-la como: força importante, força sem importância, neutralidade, fraqueza importante ou fraqueza sem importância. Como a organização raramente pode investir em todas as áreas ao mesmo tempo, os itens fraquezas importantes e forças importantes devem ser priorizados ao se traçar estratégias de marketing e receber orçamento.
A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise de cenário (ou análise de ambiente), sendo usado como base para gestão e planejamento estratégico de uma corporação ou empresa, mas podendo, devido a sua simplicidade, ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional.
A Análise SWOT é um sistema simples para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune das 500 maiores corporações.

Etimologia

O termo SWOT é uma sigla oriunda do idioma inglês, e é um acrônimo de Forças (Strengths), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats).
Não há registros precisos sobre a origem desse tipo de análise, mas, a mais aceita é que a análise SWOT foi criada por dois professores da Harvard Business School: Kenneth Andrews e Roland Christensen.
O caminho mais indicado para entender o conceito da análise SWOT é buscar diretamente sua fonte: The concept of corporate strategy, do próprio Kenneth Andrews. Porém, uma leitura superficial dessa fonte frustra os mais afoitos por definições precisas e modelos práticos, pois o autor não faz nenhuma referência direta à análise SWOT em todo seu livro.

Aplicação prática

Esta análise de cenário se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças).
As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
O ambiente interno pode ser controlado pelos dirigentes da empresa, uma vez que ele é resultado das estratégias de atuação definidas pelos próprios membros da organização. Desta forma, durante a análise, quando for percebido um ponto forte, ele deve ser ressaltado ao máximo; e quando for percebido um ponto fraco, a organização deve agir para controlá-lo ou, pelo menos, minimizar seu efeito.
Já o ambiente externo está totalmente fora do controle da organização. Mas, apesar de não poder controlá-lo, a empresa deve conhecê-lo e monitorá-lo com freqüência, de forma a aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

' Marketing (parte I) !!


Marketing é uma disciplina centenária usada de diferentes formas pelas empresas que tem como objetivo estimular a demanda no mercado pelos produtos e serviços oferecidos pelas empresas. É utilizado para despertar os interesses e atrair os consumidores potenciais, visando aos objetivos empresariais pretendidos.
São quatro as orientações que o marketing pode ter:
- Produção: a atividade principal é a fabril* e o marketing vende o produto no mercado.
- Produto: a empresa cria uma ou mais opções de produtos e o marketing os leva aos interessados.
- Vendas: a função de vendas predomina com equipe forte, profissionalizada e estruturada, e as outras atividades são complementares.
- Clientes: o foco central é satisfazer o consumidor e as demais funções da empresa contribuem para essa direção.
Marketing é uma função com um conjunto de processos para criar, comunicar e entregar um pacote de valor para os consumidores e gerenciar os relacionamentos com eles, proporcionando os resultados esperados pela empresa. Pode ser analisado sob três diferentes óticas: a filosófica, a funcional e a adiministrativa.
- Filosófica: Ela está presente nos modos de ser e agir da firma. A satisfação do consumidor é a chave para alcançar os objetivos empresariais e os lucros resultarão se os esforços realizados observarem esta condição básica.
- Funcional: o marketing procura alcançar dois objetivos principais: satisfazer os consumidores e gerar os resultados econômicos desejados. Sendo estes objetivos atendidos adequadamente a empresa cumpre sua função.
- Administrativo: o marketing desenvolve quatro preocupações essenciais do gestor: analisar, planejar, programar e controlar ações mercadológicas. Sob esta ótica, marketing busca eficiência e eficácia.
(texto tirado do livro "Manual de Gestão Empresarial" e modificado por maike sandri)

fabril: Aquilo que se refere à fábrica ou à atividade do fabricante.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

' Estratégia (parte I)


"A arte do general" Esse é o significado do vocábulo grego strategos, que deu origem ao termo estratégia. Para Peter Drucker, os objetivos que uma empresa quer atingir, e as suas estratégias, têm uma forte relação: os objetivos representam os fins que a empresa está buscando alcançar, ao passo que as estratégias representam os meios para alcançar esses fins. Posteriormente a Drucker, Igor Ansoff definiu a estratégia basicamente como sendo um conjunto de normas de decisão que tem por objetivo orientar o comportamento da empresa através de um plano de ação. Já para Andrews estratégia é um padrão de decisões que determinará e revelará os objetivos de uma empresa. Um outro importante autor, Henry Mintzberg, concorda com a essência das definições acima. Para ele há uma grande diferença entre estratégias que são desejadas e as que são realizadas. As estratégias que são realizadas serão aquelas que realmente a empresa adotou, será sempre o produto de um componente deliberada, estabelecida na origem do processo
Em administração e planejamento, cada uma dessas combinações possíveis de ocorrências externas, consideradas como descrições evolutivas do ambiente e que a empresa deve considerar quando projeta seu futuro, recebe o nome de cenário de negócios.(continua)

sábado, 29 de janeiro de 2011

' LIDERANÇA !!


"O que é 'liderança'?" "O que é ser um líder?" "Líderes ou gestores? O que é melhor para as empresas?".
A liderança é usada em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas e em cada um de seus departamentos. Ela é igualmente essencial em todas as demais funções da administração: o administrador precisa conhecer a motivação humana e saber conduzir as pessoas, isto é, liderar.
Liderança é a influência interpessoal exercida numa situação e dirigida através do processo da comunicação humana e consecução de um ou de diversos objetivos específicos.
(parte do texto da obra "Teoria Geral da Administraçao" adaptado por Maike Sandri)
Para o verdadeiro líder, a sua realização pessoal é colocada de lado e seus colaboradores vêm em primeiro lugar. O grande responsável pelo equilibrio entre ambiente de trabalho agradável e alta performance é só um: o Líder. O que realmente acontece no mundo corporativo é que de 84% as pessoas que trabalham nas empresas desempenham apenas 60% de seu potencial. É ai que entra o papel do lider. Ele deve oferecer desafios aos seus colaboradores de forma a estimular a sua motivação e ao mesmo tempo dar sentido ao desafio oferecido. Muitas empresas não abrem a mão para gastar com isso. Para algumas empresas, gestores são mais importantes do que colocar um líder. Mas gestores pensam que seus colaboradores devem faer as tarefas da mesma forma que ele faria, não aceitando formas diferentes. Assim eles estão criando clones e evitando a inovação, fazend um grande estrago nas organizações. Colocam a si em primeiro lugar.
Relacionamento interpessoal, saber ouvir e administrar conflitos, praticar elogios, resolver problemas, tomar decisões, mostra confiança credibilidade são algumas caracteristicas essenciais para quem assume a árdua tarefa d ser líder.
Melhor a vida das pessoas e facilitar os caminhos para que elas conquistem os seus objetvos pessoais e profissionais. Isso é ser líder !!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

' Peter Ferdinand Drucker !!


Conhecido como o pai da administração moderna, Peter Drucker foi um filósofo e economista de origem austríaca, sendo o mais reconhecido dos pensadores do fenômeno dos efeitos da Globalização na economia em geral e em particular nas organizações. Para ele, administração é a ciência que trata sobre pessoas nas organizações. Nasceu no dia 19 de novembro de 1909, em Viena, Áustria e faleceu no dia 11 de novembro de 2005, em Claremont, Califórnia/EUA.
Peter foi uma lenda internacional e um ícone dos negócios. Conhecido por criar vários conceitos sobre os quais se contruíram os pilares da gestão moderna, Drucker teve um jeito não convencional de explorar a história da gestão e das suas ideias para o futuro. Sim, ele sabia do futuro como ninguem. Ele foi escritor, professor e consultor durante mais de 60 anos. O ponto-chave de sua defesa foi a visão de que a coisa mais importante em uma organização são as pessoas.
De seus pensamentos escolhi três que acho os mais importantes. São:
- AUTOGERENCIAMENTO: Empresas estão passando por mudanças radicais em suas estruturas. Os espaços estão ficando pequenos. Não tem mais espaço para ter um estágiario, um funcionário que cuida desse estágiario, um supervisor que cuida desse funcionário, um supervisor-chefe que cuida do supervisor, um gerente que cuida do supervisor-chefe, um gerente geral que cuida do gerente e assim por diante. Cada profissional deve saber exatamente qual o seu trabalho. Devemos constantemente nos perguntar: quais são as minhas forças? quais são os meus valores? onde pertenço? qual deve ser a inha contribuição? Se cada profissional tiver esse tipo de pensamento vai conseguir ser autogerenciável. Assim todo mundo ganha!
- O QUE FAZEM OS LÍDERES EFICAZES?: Eles têm práticas similares e estão dentro de três grandes áreas: a primeira consiste em práticas que dão aos líderes o conhecimento que eles precisam. A segunda área dá a eles a ajuda necessária para transformar esse conhecimento em ação, E por último, estão as práticasque asseguram que toda a organização sinta-se responsável e comprometida. Peter adicionou ainda a essa lista uma prática muito importante, que mostra-se indispensável para um líder se tornar um grande líder. Escute primeiro e fale depois.
- A DISCIPLINA DA INOVAÇÃO: Drucker identificou quatro oportunidades de inovação na empresa e três fora dela: ocorrências inesperadas, incongruências, processos necessários, mudanças na indústria e no mercado, mudanças demográficas, mudanças de percepção e novo conhecimento. A má notícia é que inovação também é sinônimo de trabalho pesado. A boa notícia é que você também pode ser um inovador, desde que você tenha conhecimento, foco e (frequentemente) ingenuidade. E até mesmo todas essas qualidades não são suficientes para criar inovação, a menos que você esteja apoiado por persistência e comprometimento.

* Aqui está um pouco da vida e dos ensinamentos do nosso mestre Drucker !!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

' Elas no comando!!!


Após o resultado das eleições que elegeram a primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff disse, em seu discurso:"Sim, as mulheres podem". A história vem mostrando que o publico femenino está conquistando, cada vez mais, destaque no mercado de trabalho ocupando cargos que antigamente eram monopolizados pelos homens.
Antes de eleger sua primeira presidente, o Brasil já teve uma mulher no comando. Princesa Isabel substituiu várias vezes a regência do Império, na época comandado pelo seu pai, Dom Pedro II. Foi em uma dessas substituições que ela assinou a lei Áurea e extinguiu a escravidão no país. Mas nem sempre as mulheres tiveram destaque na sociedade. Até 1934, por exemplo, elas não podiam vota. A partir do século XX, o público femenino começou a galgar seu lugar. Segundo pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios(PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), as mulheres estudam mais que os homens. Elas têm em média, 7,4 anos de estudos. Já o sexo oposto dedica-se cerca de 6,9 anos nos bancos escolares. Elas também são a maioria no ensino superior, ocupando 380 mil vagas a mais que os homens nos cursos de graduação. Além disso, entre os brasileiros com 12 anos ou mais de estudo, as mulheres são 56%. Nos cursos de Administração, por esemplo, elas estão lá em grande quantidade aprendendo todas as lições de gestão. Não é à toa, portanto, que elas vêm ocupando destaque no mercado de trabalho. Para se ter ideia, de acordo com um stuo realizado pela Great Place to Work, empresas especializadas em ambiente de trabalho, 36% dos cargos de liderança nas 100 melhores empresas para trabalhar do país são ocupados por mulheres. Os dados mostram, ainda, que a ascensão profissional feminina tem sido contínua no Brasil. As mulheres estão na presidência de empresas como Laboratório Sabin, Magazine Luiza e Instituto Itaú Cultural. O estudo aponta, ainda, que nas empresas em que liderança feminina é maior, o clima inteiro é melhor. As mulheres brasileiras valorizam o relacionamento interpessoal e buscam criar harmonia em sua equipe, incentivando a participação de seus colaboradores. Mulheres tem capacidade de gerenciar como verdadeiros generais, mas sabem ponderar uma decisão com muita sensibilidade e visão. Este será o milênio das mulheres. Elas estão conquistando todos os espaços. A mulher é uma administradora nata. Consegue, com maestria, gerenciar a vida profissinal sem esquecer do lado pessoal e da familia.
Texto feito por Roberto Carvalho Cardoso/ Presidente do conselho Federal de Administração.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

' História da ADMINISTRAÇÃO


Os cursos de Administração no Brasil têm uma historia muito curta, principalmente se compararmos com os EUA, onde os primeiros cursos na area se iniciaram no final do século XIX, com a criação da Wharton School, em 1881. Em 1952,ano em que se iniciava o ensino de administração no Brasil, os EUA já formavam em torno de 50 mil hectaréis, 4 mil mestres e 100 doutores por ano, em Administração. No Brasil, o contexto para a formação do Administrador começou a ganhar contornos mais claros nas décadas de quarenta. A partir desse período, acentua-se a necessidade de mão-de-obra qualificada e, conequentemente, da profissionalização do Ensino de Administração. Até os dias e hoje a profição de Adminitrador só vem crescendo no Brasil, mas o que mais esta mudando nos últimos anos é que ELAS estão no comando. Não perca a próxima postagem que fala sobre isso.